Encomenda – parte I
30 Junho 2008
Há uns dias uma amiga fez-me uma encomenda para o seu bebé. Pediu-me, entre outras coisas, dois dodôs como os que fiz para a R. Eu, que só precisava de um bom pretexto como este, resolvi fazer cinco para lhe dar opção de escolha. Os que sobrarem ficarão à espera de novos bebés. Podes escolher, Filipa!
4 e 1/2
26 Junho 2008
Noites brancas
25 Junho 2008
Sete anos
24 Junho 2008
Sétima saia
24 Junho 2008
Não foi em sete dias (oops!) mas aqui termina o desafio das sete saias. Claro que tinha de haver uma de peitilho como várias que tive em pequena.
E aqui um babete para a R. Ontem foi dia de quadradinhos.
Verão
23 Junho 2008

O fim-de-semana foi passado quase todo no jardim. Compras, baloiços, cafés na esplanada, um pic-nic com amigos (com direito a toalha aos quadrados e tudo!) para celebrar o primeiro dia de Verão e por fim sardinhas na tasquinha logo ali ao lado.
Ao contrário de muitas pessoas que sentem o apelo de ir viver para o campo, eu cada vez gosto mais de viver em Lisboa. Talvez porque cada vez tiro mais partido das vantagens de viver aqui. E portanto cada vez sinto a cidade mais à minha medida.
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Para os dias serem ainda melhores do que têm sido só faltava as minhas noites serem passadas a dormir assim tão bem como o Filipe. Depois de duas noites em que a R. dormiu sem interrupções entre a meia-noite e as sete da manhã, há esperança! Afinal duas vezes já pode ser considerado um padrão. Não pode?
FILIPE E O PINCEL MÁGICO
Mischa Damjan + Janosch
Nord-Sud Verlag, Switzerland / Livraria Sá da Costa Editora, 1972
Nas Bibliotecas Municipais de Lisboa
21
20 Junho 2008
9 livros comprados + 6 livros da biblioteca do costume + 3 livros e 2 dvd’s da nova mediateca de que a L. é sócia + 1 oferecido por uma amiga (e que me trouxe recordações dos meus oito ou nove anos quando me ofereceram um igual a este Babar que ensina francês).
Dodô
18 Junho 2008
Debrum
17 Junho 2008
A manta chega finalmente à sua última etapa, o que fará de mim uma debruadeira nos próximos dias. É um dos momentos que prefiro, talvez por ser o mais familiar. Nunca tinha feito uma manta de retalhos mas já debruei muitas coisas à mão. E gosto. Gosto do fim dos processos, de terminar, de dar o último ponto. E, tal como quando faço tricot, posso debruar sem pensar muito no que estou a fazer. A cabeça pode ocupar-se de mil outras coisas que as mãos se encarregam sozinhas de ir dando conta do trabalho. E de repente quando reparo, está pronto.
DEBRUM – Fita ou cairel com que se guarnece a borda de um tecido; orla; bainha
DEBRUAR – Guarnecer com debrum; pôr orla em; [fig.] ornar; apurar
DEBRUADEIRA – Mulher que debrua
* in Dicionário da Língua Portuguesa – Porto Editora
Sábado
14 Junho 2008

Olha mãe, sou um crepe de framboesa!
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Da biblioteca: outro livro de grande sucesso por aqui. Muitissimo divertido. Nas Bibliotecas Municipais de Lisboa.
ODEIO A ESCOLA!
Jeanne Willis + Tony Ross
Andersen Press Ltd. 2003 / Livros Horizonte 2003
Hot times
12 Junho 2008
Voltar a casa e a Lisboa foi perceber que o país está em polvorosa com a crise dos combustíveis. A situação não está fácil e é preocupante mas convém não exagerar nem aderir a alarmismos. Uns dias sem iogurtes nos supermercados não farão grande mal a uma população com consumo excessivo de lacticínios. E visto de outros pontos do planeta a facilidade com que por aqui se entra em pânico à mais pequena ameaça de escassez deve parecer um bocadinho ridícula.
Muito a propósito: toda a gente sabe que é assim mas não há nada como ver isto.
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O quinto elemento da família esteve na sua outra casa mas já está de volta. É sempre uma festa reencontrar a X.
5 = 30
11 Junho 2008
Vamos passear
5 Junho 2008
Agora que estamos quase no Verão, a Primavera parece que chegou. E nós vamos para o campo descansar que bem precisamos. Os planos são dar muitos mergulhos, fazer pic-nics, ensinar a L. a andar de skate, esticar as pernas e não fazer nada, ler à sombra de uma árvore, comer coisas boas e principalmente respirar fundo. Volto já.
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A Small de Verão já aí está.
Sete meses
4 Junho 2008
Cresce a uma velocidade estonteante. Deitada consegue virar-se sozinha. Já se senta sem apoios, o que a faz parecer ainda mais crescida. Adora que a ajude a pôr-se de pé. E faz verdadeiros discursos a palrar. Descobriu que tem pés e tira as meias para os poder ver melhor. É serena de dia. E uma animação de noite…
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Da biblioteca: o livro do momento cá em casa. Já o devo ter contado umas dez vezes nos últimos dias. História de uma princesa baixinha e muito corajosa. Nas Bibliotecas Municipais de Lisboa.
A PRINCESA BAIXINHA
[Una Principessa Piccola Così, Ma...]
Beatrice Masini + Octavia Monaco
Edizioni Arka 98 / Livros Horizonte 99




























