Meias

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1. Entretanto passou o Carnaval e — apesar de eu ter descoberto há um ano que já não lhe acho grande graça — adorei esta ideia, que vi no desfile da escola delas, de calçar meias por cima dos sapatos para uns verdadeiros pés de palhaço.
2. Cá por casa instalou-se de vez o hábito de calçar as meias que há, desirmanadas ou não. Eu inventei que isto torna os dias mais divertidos e elas acreditam. Pelo menos por enquanto.
A reportagem completa do Dinheiro Vivo já está aqui.
Muito obrigada pelo entusiasmo de quem já viu e me fez chegar palavras simpáticas. Têm-me tornado os últimos dias verdadeiramente emocionantes.

Quinta-feira

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Bem sei que não é a coisa mais bonita do mundo dar uma prenda e pedir coisas em troca. Mas este blog tem feito de mim uma mimada, por isso eu peço a quem concorra a ganhar a alcofa que faça like na página de Facebook do Caderno Branco e não no post que lá pus sobre o sorteio. Para quem não está muito habituado ao Facebook a coisa pode ser um bocadinho confusa, eu sei.
Tenho adorado ler as histórias sobre os brinquedos preferidos. Eu sabia que isto ia dar pano para mangas.
Aqui está uma espreitadela à reportagem sobre este blog que estará amanhã inteira na página do jornal Dinheiro Vivo. Obrigada, Mariana e Pedro!

De novo

 
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1. No início do ano comecei um projecto que só acabará no final de Dezembro.
52 semanas = 52 cartas para a minha sobrinha Maria que está a viver em Berlim.
2. Uma ideia para os Domingos: aproveitar as manhãs, em que as entradas são gratuitas, para ir visitar os Museus de Lisboa. Começámos pelo MNAA, com o seu belíssimo jardim virado para o Tejo.
3. Espalhar estrelinhas ou como transformar umas camisolas quentinhas mas sem grande graça em roupa apetecível para as crianças cá de casa.
4. Novas alcofas para novos bebés.

Organizar #1

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É a palavra de ordem por estes dias.
Saio de uma semana de gripe séria com a convicção profunda de que é urgente gerir melhor o meu tempo e que para isso já não há como fugir a esta evidência: preciso de ajuda, porque não sou a super-mulher e não chego para as encomendas.
Primeiro passo: passei a ter uma assistente. E como sou uma sortuda tenho a melhor do mundo — a minha enteada Joana. É inteligente, sensata, organizada, calma e ponderada e está a trazer-me uma paz que não tem preço. Como se não bastasse tudo isto, faz-me rir e dá-se bem com as minhas manias e os meus disparates.
Portanto, se for a Joana a responder aos vossos e-mails saibam que estão muito bem entregues e que estamos aqui as duas a trabalhar em conjunto.
Sê muito bem-vinda, minha Sweet Jane.
Nem de propósito, ontem li isto. Parece que não sou a única com problemas.

Boys

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Dê o mundo que voltas der há coisas que tendem a não mudar. Pelo menos é o que acontece com as minhas alcofas. Salvo raras excepções, as grávidas que escolhem alcofas para bebés rapazes preferem as azuis.
E até eu (que adoraria a extravagância de um dia fazer uma alcofa cor-de-rosa para um rapaz) acabo por cair no mesmo. Como na hora de fazer uma almofada para o meu único sobrinho.

Quando começo a entrar em parafuso com a falta de tempo, com os prazos todos apertados, com o Natal à porta e o meu pinheiro falso e ecológico ainda dentro da caixa, com as actividades na escola delas e esta casa transformada em fábrica de alcofas… bem, quando as coisas estão assim o melhor é parar e fazer um homenzinho de rolha com cabelo de dracalon. Rio-me sozinha, respiro fundo e lá vou eu tratar das coisas importantes.
Hoje o meu trabalho aparece aqui. Obrigada, Inês Simões.

Panos para lanches

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Iniciei cá em casa uma espécie de guerra ao plástico. O João viu há uns tempos este documentário e ficou impressionado com o que ficou a saber sobre os níveis de plástico que cada um de nós tem dentro do organismo (sim, é mesmo isto — no nosso corpo).
Se eu já embirrava com sacos e caixas de plástico para acondicionar alimentos, agora é que está mesmo decidido — plástico não.
Fiz mais panos como estes, para embrulhar os lanches escolares e pus alguns na loja.

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1. De vez em quando faço desaparecer um molho de brinquedos a que já ninguém liga e que só serve para lhes encher o quarto. Ficam guardados em caixas escondidas que só eu sei onde estão até ao dia em que, sem aviso, voltam a aparecer. E aí é a festa, como se fossem todos novinhos em folha.
2. Olho para a roupa de cama de uma das alcofas de bonecas e apetece-me fazer tudo igual mas em tamanho de gente.

País das Maravilhas

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À noite angustio-me com as notícias, com os ventos que vêm de Espanha, com o estado do país e do mundo.
De dia mergulho no universo dos bebés — falo com grávidas felizes, respondo a e-mails de pais babados, envio alcofas a avós entusiasmadas, dou informações a animados grupos de amigos.
Às vezes o meu trabalho parece-me o País das Maravilhas. Eu devo ser a Alice.

K.I.S.S.*

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1. Cartões novos para dar a conhecer em mão o meu trabalho.
2. Uma manta a caminho. Quero fazê-la da forma mais descontraída possível. Cortei rectângulos em vez dos quadrados do costume (  +  + ) e montei-os todos desencontrados. Não sei ainda se a vou alinhavar e se a coserei à mão ou à máquina. Apetece-me ter coisas simples e despreocupantes para fazer e não vejo a hora de me enroscar no sofá a debruá-la.

* Keep It Simple Stupid