Compras
31 Março 2009
A Feira do Príncipe Real tem-me feito perceber que afinal até gosto de verde.
E pode parecer ridículo mas já ando a comprar presentes a pensar no próximo Natal. Lancei um desafio a mim mesma: entrar no mês de Dezembro de 2009 com todas as prendas compradas ou feitas. Todas!
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Bactus scarf – este frio repentino ainda me vai pôr a fazer um cachecol como este aproveitando todos os restinhos de lãs que há cá por casa.
Stuffed monster gallery - monstros de pano a partir de desenhos infantis.
Faz de conta
6 Janeiro 2009
Durante um bocadinho – quinze minutos, para ser mais precisa – faz de conta que está tudo a correr muito bem. Tiro a fotografia, sento-me, respiro fundo e tomo o pequeno-almoço. Hoje fi-lo sozinha, depois de as levar à escola. Dormimos em casa de uma amiga e talvez tenhamos de nos mudar mais a sério durante uns dias. Metade do nosso prédio, a nossa metade, tem as paredes ensopadas em água por causa de um cano mal encaixado. Um caos de água que durante meses, talvez anos, se infiltrou devagarinho e que agora resolveu aparecer em todo o seu esplendor. Um caos doméstico espalhado por quatro andares de um velho prédio lisboeta. Veremos como isto se resolverá. Por enquanto bastaram-me estes quinze minutos a fazer de conta para tudo me parecer mais fácil. E, vendo bem, de repente o céu até voltou a ficar azul.
De manhã
5 Janeiro 2009
De volta às manhãs com horários precisos e em forma de homenagem: vou passar a semana a brincar ao Simply breakfast, agora que este blog chegou ao fim.
Novo ano
4 Janeiro 2009
De volta
24 Julho 2008
De regresso e quase de partida outra vez (ainda alguém faz um mês de férias de seguida?).
A manta de retalhos está pronta! Fui ver nos arquivos do blog quanto tempo demorei a fazê-la. Dois meses e meio. Depois de uns milhares de pontos feitos à mão em horas de namoro com os tecidos, o inevitável aconteceu – apaixonei-me por ela. Apetece-me fazer mantas destas para todas as camas da casa. Estou tão orgulhosa que passei uma tarde inteira a fotografá-la nos lindos cenários do Alentejo, com e sem modelo. E mais aqui, aqui e aqui.
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Desafio de Verão: voltar aos desenhos, mesmo que pequeninos.
Um disparate de uma ideia
9 Julho 2008

Pergunta – Qual é a grande vantagem de lançar desafios a mim mesma e a mais ninguém?
Resposta – Se me apetecer mudo as regras todas. Ou acabo mesmo com o desafio.
Foi o que eu fiz – desafio abortado. Ao terceiro dia, quando me preparava para fazer outra coisa em menos de uma hora, percebi que era um disparate de uma ideia. É possível fazer muitas coisas no espaço de uma hora. Mas não é possível que alguma coisa fique realmente bem feita. Gosto muito das calcinhas que fiz para a R. e vou fazer mais de certeza. Mas desde que as acabei que não penso noutra coisa que não seja refazê-las. Porque na verdade o elástico das pernas está uma trapalhice. E do que eu gosto mesmo é dos acabamentos perfeitos. É isso que me faz querer usar alguma coisa muitas vezes. E é esse o gozo que a costura me dá.
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Depois disto resolvi acabar com mais calma a manta de Verão de bebé que me foi encomendada há uns dias.
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E as etiquetas para os dodôs já estão prontas.
Em menos de uma hora – I e II
7 Julho 2008
O tempo que estou a demorar para acabar a manta de retalhos começa a desesperar-me. Talvez porque corro o risco de ela já não vir a servir para tapar a R. dadas as dimensões de uma e de outra.
Na verdade o que eu queria era que os dias tivessem o dobro do tempo. E já agora as noites também. Como não me parece que tal venha a acontecer, o que me apetece mesmo é fazer coisas rápidas, de preferência tão rápidas que se façam no tempo de uma sesta da R. E assim nasce um novo desafio a mim mesma – fazer todos os dias qualquer coisa que fique pronta em menos de uma hora. Durante sete dias.
Estes são os dois primeiros resultados. Um mini-vestido e umas calcinhas (adoro esta palavra. Faz-me lembrar a minha avó que também dizia boa nôte em vez de boa noite e tutu em vez de rabo). Cada coisa demorou menos de uma hora a fazer, uma ontem e outra hoje. As calcinhas demoraram mesmo pouco mais de meia hora e estou muito contente com o resultado. Parece-me a roupa de Verão perfeita para um bebé. Aproveitei para estrear o ponto da máquina de costura indicado para coser elástico, o que não se revelou uma tarefa muito fácil.
Os botões do vestido foram descobertos numa caixa com centenas de botões vintage, quase todos medonhos, numa retrosaria da Baixa. Por estes apaixonei-me porque parecem rebuçados de morango. Vou ficar atenta, não vá a R. decidir comê-los.
Sétima saia
24 Junho 2008
Não foi em sete dias (oops!) mas aqui termina o desafio das sete saias. Claro que tinha de haver uma de peitilho como várias que tive em pequena.
E aqui um babete para a R. Ontem foi dia de quadradinhos.
Sexta saia
29 Maio 2008
Não estou a conseguir cumprir os sete dias do desafio das saias que lancei a mim mesma. Demasiadas coisas a acontecer, não me sobra tempo. Mas serão sete saias, isso garanto.
A sexta tinha de ser para a Boo que já teve direito a gorro, cachecol e bibe igual ao que a L. usava na creche mas nunca tinha tido uma saia. Agora já tem.
Sapatos e saias
25 Maio 2008
Oops!
24 Maio 2008
A quarta saia está atrasada. Mas está a caminho, meia feita meia por fazer. E a quinta vem logo a seguir.
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Aos poucos estou a transformar a nossa casa no atelier de uma costureira um bocadinho maluca que tem espalhados por todo o lado tecidos e mais tecidos, caixas e mais caixas – de fitas, de gregas, de linhas, de botões. As paredes e as maçanetas das portas têm cabides com roupa para ser fotografada e a nossa cama passou a ser a maior mesa da casa. Falta-me espaço. Sonho com uma mesa de três metros de comprimento e já nem o chão me chega.
Ando a puxar pela cabeça. Um dia destes tenho uma ideia luminosa e faço a casa esticar.
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Fomos ver marionetas do Rajastão a dançar em Lisboa.
Alcofa
22 Maio 2008
Quando estava grávida da L. comprei uma alcofa de palhinha onde ela dormiu até aos seis meses ao lado da nossa cama. Quando passou para a cama de grades do seu quarto guardei a alcofa junto das roupas de recém-nascido que já não serviam. Um ano e tal depois emprestei-a a uns amigos – o S. foi o segundo ocupante. E quando seis meses depois nasceu a minha sobrinha C. eu achei que a alcofa já tinha história digna de registo e fiz uns cartões com os nomes dos bebés que pus por baixo do colchão presos à palhinha.
Agora que a R. passou para a cama de grades guardei de novo a alcofa. E ao ver os nomes dos cinco dorminhocos que já por ali passaram fico a pensar quem será o próximo. Se se mantiver a mesma sequência sei que será um rapaz…
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À terceira saia tinha de haver riscas, claro.
Segunda saia
21 Maio 2008
A segunda saia está pronta, uff! Não foi fácil de conseguir num dia cheio, confuso e com uma grande notícia logo de manhã. O assunto que me ocupou os pensamentos e as conversas durante horas e horas nos últimos três anos e me fez calcorrear Lisboa em busca da futura escola da L. (e agora da R. também) passa agora para uma nova fase. A escola preferida teve finalmente vaga e a partir de Setembro começa uma nova Era cá em casa (acabou a época de caça, Rosa!).



























