Arquivo da Categoria: Desafios a mim mesma
Eu e os meus planos
Desafio Branco III
Desafio branco II
Desafio branco I
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Por mais que eu tente cortar os tecidos de forma a ter o mínimo possível de desperdícios há sempre bocados que sobram. Ora como eu, literalmente, não consigo deitar fora nem um micro-retalho (sempre a pensar no que aquilo poderá vir a dar) o meu atelier tem vindo, de forma galopante, a transformar-se num armazém de tecidos em vez de um espaço onde é possível trabalhar. Tenho lá de tudo — sacos com retalhos médios, sacos com tiras, sacos com retalhos de tamanhos variados e, finalmente, sacos com minúsculos retalhos (a que muito boa gente chamaria um lindo e colorido lixo). Tudo isto para além das prateleiras com os tecidos ainda por cortar.
Decidi portanto lançar um Desafio Branco a mim mesma. Trata-se de arranjar formas de dar uso à montanha de restos de sarja branca que tem sobrado dos forros das mais de 60 alcofas de bebé que fiz até ao momento.
A N. encomendou-me uns sacos para uma amiga grávida levar as primeiras roupas do bebé para a maternidade. E eu fi-los em branco, com bolso para coisas pequenas (meias, luvas,…) e laço de trapilho fácil de abrir e fechar (sim, as grávidas gostam de confirmar muitas vezes que não falta nada). São numerados porque é divertido imaginar a roupa nº 1 e a nº 2 e a nº 3…
E, na verdade, são sacos para a maternidade mas podem servir para muitas outras coisas (que eu não gosto nada de coisas que só se usam uma vez). Por exemplo: um lanche para cada um dos três filhos; o pijama e a escova de dentes para ir dormir a casa de um amigo; o tricot ou o crochet. E os números podem servir simplesmente para os ensinar a um filho pequenino.
Estes já chegaram ao seu destino mas haverá mais em breve na loja.
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Compras
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A Feira do Príncipe Real tem-me feito perceber que afinal até gosto de verde.
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E pode parecer ridículo mas já ando a comprar presentes a pensar no próximo Natal. Lancei um desafio a mim mesma: entrar no mês de Dezembro de 2009 com todas as prendas compradas ou feitas. Todas!
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Bactus scarf – este frio repentino ainda me vai pôr a fazer um cachecol como este aproveitando todos os restinhos de lãs que há cá por casa.
Stuffed monster gallery - monstros de pano a partir de desenhos infantis.
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Faz de conta
Durante um bocadinho – quinze minutos, para ser mais precisa – faz de conta que está tudo a correr muito bem. Tiro a fotografia, sento-me, respiro fundo e tomo o pequeno-almoço. Hoje fi-lo sozinha, depois de as levar à escola. Dormimos em casa de uma amiga e talvez tenhamos de nos mudar mais a sério durante uns dias. Metade do nosso prédio, a nossa metade, tem as paredes ensopadas em água por causa de um cano mal encaixado. Um caos de água que durante meses, talvez anos, se infiltrou devagarinho e que agora resolveu aparecer em todo o seu esplendor. Um caos doméstico espalhado por quatro andares de um velho prédio lisboeta. Veremos como isto se resolverá. Por enquanto bastaram-me estes quinze minutos a fazer de conta para tudo me parecer mais fácil. E, vendo bem, de repente o céu até voltou a ficar azul.
De manhã
De volta às manhãs com horários precisos e em forma de homenagem: vou passar a semana a brincar ao Simply breakfast, agora que este blog chegou ao fim.
Novo ano
De volta
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De regresso e quase a partir outra vez (ainda alguém faz um mês de férias de seguida?).
A manta de retalhos está pronta! Fui ver nos arquivos do blog quanto tempo demorei a fazê-la. Dois meses e meio. Depois de uns milhares de pontos feitos à mão em horas de namoro com os tecidos, o inevitável aconteceu – apaixonei-me por ela. Apetece-me fazer mantas destas para todas as camas da casa. Estou tão orgulhosa que passei uma tarde inteira a fotografá-la nos lindos cenários do Alentejo, com e sem modelo. E mais aqui, aqui e aqui.
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Desafio de Verão: voltar aos desenhos, mesmo que pequeninos.
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Um disparate de uma ideia

Pergunta – Qual é a grande vantagem de lançar desafios a mim mesma e a mais ninguém?
Resposta – Se me apetecer mudo as regras todas. Ou acabo mesmo com o desafio.
Foi o que eu fiz – desafio abortado. Ao terceiro dia, quando me preparava para fazer outra coisa em menos de uma hora, percebi que era um disparate de uma ideia. É possível fazer muitas coisas no espaço de uma hora. Mas não é possível que alguma coisa fique realmente bem feita. Gosto muito das calcinhas que fiz para a R. e vou fazer mais de certeza. Mas desde que as acabei que não penso noutra coisa que não seja refazê-las. Porque na verdade o elástico das pernas está uma trapalhice. E do que eu gosto mesmo é dos acabamentos perfeitos. É isso que me faz querer usar alguma coisa muitas vezes. E é esse o gozo que a costura me dá.
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Depois disto resolvi acabar com mais calma a manta de Verão de bebé que me foi encomendada há uns dias.
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E as etiquetas para os dodôs já estão prontas.
Em menos de uma hora – I e II
O tempo que estou a demorar para acabar a manta de retalhos começa a desesperar-me. Talvez porque corro o risco de ela já não vir a servir para tapar a R. dadas as dimensões de uma e de outra.
Na verdade o que eu queria era que os dias tivessem o dobro do tempo. E já agora as noites também. Como não me parece que tal venha a acontecer, o que me apetece mesmo é fazer coisas rápidas, de preferência tão rápidas que se façam no tempo de uma sesta da R. E assim nasce um novo desafio a mim mesma – fazer todos os dias qualquer coisa que fique pronta em menos de uma hora. Durante sete dias.
Estes são os dois primeiros resultados. Um mini-vestido e umas calcinhas (adoro esta palavra. Faz-me lembrar a minha avó que também dizia boa nôte em vez de boa noite e tutu em vez de rabo). Cada coisa demorou menos de uma hora a fazer, uma ontem e outra hoje. As calcinhas demoraram mesmo pouco mais de meia hora e estou muito contente com o resultado. Parece-me a roupa de Verão perfeita para um bebé. Aproveitei para estrear o ponto da máquina de costura indicado para coser elástico, o que não se revelou uma tarefa muito fácil.
Os botões do vestido foram descobertos numa caixa com centenas de botões vintage, quase todos medonhos, numa retrosaria da Baixa. Por estes apaixonei-me porque parecem rebuçados de morango. Vou ficar atenta, não vá a R. decidir comê-los.
Sétima saia
Não foi em sete dias (oops!) mas aqui termina o desafio das sete saias. Claro que tinha de haver uma de peitilho como várias que tive em pequena.
E aqui um babete para a R. Ontem foi dia de quadradinhos.
Sexta saia
Não estou a conseguir cumprir os sete dias do desafio das saias que lancei a mim mesma. Demasiadas coisas a acontecer, não me sobra tempo. Mas serão sete saias, isso garanto.
A sexta tinha de ser para a Boo que já teve direito a gorro, cachecol e bibe igual ao que a L. usava na creche mas nunca tinha tido uma saia. Agora já tem.








































