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Há dois dias trouxe este livro da biblioteca e desde aí tenho andado maravilhada com ele. Para além de lindo (as fotografias, o design, o papel) tem receitas que me fascinam e que quero experimentar ainda este fim-de-semana.
Como secar tomate no forno, fazer pesto de rúcula ou de pimento encarnado ou uma sopa fria de curgete e coentros — são algumas das minhas receitas preferidas.
A Cláudia Villax, a quem eu escrevi a dar os parabéns pelo seu belo trabalho, vive em Lisboa, tem uma casa em Marvão, produz o azeite biológico Azeitona Verde e gere a Food, People and Design.
Quanto a mim, vou ter de comprar o livro porque estou com dificuldade em devolver este à biblioteca.

Caderno do bebé

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De volta de uns dias a Sul, venho aqui mostrar a última boa ideia da minha mãe. É um caderno e serve para registar o primeiro ano de cada bebé.
Eu nunca consegui ter um livro do género para os meus bebés porque nunca vi um de que gostasse. Aliás, sempre fugi a sete pés de tal coisa porque sempre achei os que vi simplesmente pavorosos. Agora já tenho um para cada filha e, mesmo à distância, porque elas já não são bebés, reconstituirei o primeiro ano de vida de cada uma delas. Vou finalmente poder juntar no mesmo sítio as memórias dos dois anos mais intensos da minha vida. Para mais tarde recordar.
Cada exemplar é encadernado à mão pela minha mãe e cada página foi desenhada pela minha sobrinha Maria, uma designer portuguesa que anda a espalhar o seu talento pelo mundo (ela vai achar isto um exagero mas é a mais pura das verdades).
As duas juntas são uma equipa poderosa.
O resultado é lindo — um caderno para ir preenchendo ao sabor do crescimento do bebé ou puxando pela cabeça para que a memória não fuja. Sem bonecadas patetas, sem conversa delico-doce. Apenas um lindo caderno que apetece mesmo preencher.
Para saber mais, basta espreitar aqui ou no facebook.