Saudade

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Já tinha visto dezenas de fotografias lindas e lido outros tantos comentários deliciados, mas nunca tinha ido ao Café Saudade e andava cheia de curiosidade.
No nosso fim-de-semana em Sintra lá fomos finalmente visitá-lo. É muito melhor ao vivo, porque cheira a coisas boas, o atendimento é muito simpático e o espaço é ainda mais bonito do que se percebe nas fotografias.
Tive pena de não conhecer a Mary mas comi o melhor bolo de cenoura de sempre.

Sintra

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Às vezes esqueço-me de como é simples, vivendo em Lisboa, estar num instante no paraíso. No Sábado, eu e o João apanhámos um comboio no Rossio e em pouco mais de meia-hora estávamos em Sintra. Andámos dez minutos a pé do Palácio da Vila para o meio da serra, que é um caminho que só por si faz valer a viagem, e chegámos aqui, onde tinhamos reservado um quarto.
A serra de Sintra é um dos sítios mais bonitos onde já estive. E é aqui ao lado, que sorte.
Tentei acabar de debruar a manta a tempo de a fotografar nos magníficos muros de Sintra mas não consegui. Acabei-a ontem, mesmo a tempo de a oferecer amanhã, um grande dia cá em casa.

Porto

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Três coisas boas que descobrimos durante os dois dias que passámos no Porto:
1. Armazém dos Linhos — belos tecidos numa bela loja.
2. O livro “Fé nos burros”, encontrado na Livraria Lello.
3. A Chocolataria Equador, cheia de embalagens lindas.

Papel

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Se eu disser que uma resma de papel foi o grande brinquedo das duas semanas de férias de quatro crianças, juro que não estou a exagerar. O que fotografei é uma ínfima parte de toda a produção mas posso dizer que não houve aparelho electrónico que não fosse reproduzido em papel — iphones, ipads, ipods, laptops, nintendos, pens de net móvel, headphones de vários tipos — para além de bandeletes, pulseiras, anéis, medalhas e condecorações de pôr ao peito, chinelos de praia e bonecos vários.
E até eu fui contagiada e enfeitei a açoteia com bandeirolas de papel para receber uns amigos que vieram jantar.
Criei uma página Caderno Branco no Facebook. Ainda não sei exactamente de que forma a usarei mas, para já, servirá como uma espécie de anexo aqui do blog. Passem também por lá!

Na ilha

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No último dia de férias marimbámos nas horas boas para apanhar sol, besuntámos os filhos e os sobrinhos de protector solar, vestimos-lhes roupas compridas quando não estavam no mar e passámos o dia inteiro na ilha da nossa infância.
Agora percebo que há muitos anos que não tinha um dia de praia a sério.

Dias a Sul

Neste interregno fomos uns dias para a casa a Sul. Tivemos azar com o tempo, mas serviu para, finalmente, ver esta manta na cama para onde foi pensada. Não a tinha podido mostrar aqui para não estragar a surpresa.
O momento alto para a Leonor foi, sem dúvida, a manhã passada a ver a avó a amanhar peixe fresquíssimo comprado junto aos barcos. Linguados ainda vivos e outros peixes de várias cores e tamanhos é qualquer coisa de emocionante para uma miúda da cidade.

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Tive uma ideia — este blog também pode servir para matar umas curiosidades que eu cá tenho. Esta é a primeira:
Não gosto de pessoas que não respondem quando entro num elevador e digo bom-dia. Quando eu era pequenina ensinaram-me que era assim que se fazia. Agora que sou crescida descubro que à maior parte das pessoas não ensinaram a mesma coisa. E portanto eu digo bom-dia e levo com o silêncio. E o que mais me irrita é a seguir ter de ficar ali, lado a lado, por uns minutos que seja, com a pessoa ou as pessoas que ostensivamente se recusaram a responder-me. E fico a pensar — no que estarão a pensar neste momento? Que eu sou um bocado esquisita por os ter cumprimentado? Que era o que faltava desejarem um bom dia a uma pessoa que não conhecem de lado nenhum?
Agora que eu contei o que me vai na cabeça nesses momentos, adorava que alguém me dissesse o que vai nas outras cabeças que vão dentro do mesmo elevador. Curiosidade pura. Alguém me explica?
Nota: na fotografia estou eu há 11 anos em Paris, num dos elevadores mais bonitos que já vi, com a cadeira vermelha que encontrámos na rua e que trouxemos para Lisboa.