Quando estava grávida da L. comprei uma alcofa de palhinha onde ela dormiu até aos seis meses ao lado da nossa cama. Quando passou para a cama de grades do seu quarto guardei a alcofa junto das roupas de recém-nascido que já não serviam. Um ano e tal depois emprestei-a a uns amigos – o S. foi o segundo ocupante. E quando seis meses depois nasceu a minha sobrinha C. eu achei que a alcofa já tinha história digna de registo e fiz uns cartões com os nomes dos bebés que pus por baixo do colchão presos à palhinha.
Agora que a R. passou para a cama de grades guardei de novo a alcofa. E ao ver os nomes dos cinco dorminhocos que já por ali passaram fico a pensar quem será o próximo. Se se mantiver a mesma sequência sei que será um rapaz…
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À terceira saia tinha de haver riscas, claro.