Tenho tido tantas reacções boas aos meus dodôs que resolvi fazer mais, embalada pelo entusiasmo e pelo prazer de os ver rumar para junto de outros bebés. E para que não se torne confuso, até para mim, numerei-os. Os números 1, 2 e 3 são da R., o 4, o 5, o 6 e o 7 já partiram para novos destinos. Os restantes são de quem os apanhar, como diz a canção. Muito obrigada por todas as palavras simpáticas.
O verso dos 9, 10 e 11 está aqui. E o dos 12 e 13, aqui.
E falta explicar de onde vem o nome dodô: a L. teve uma colega de creche francesa que andava sempre com uma fralda de pano a que chamava doudou (pronuncia-se dudu). Nesta fase a L. também já tinha aderido ao aconchego da fralda branca e de um gato de pano que usava apenas na hora da sesta. Não sei qual das duas aportuguesou o termo mas desde essa altura a palavra tornou-se património familiar cá em casa juntamente com tintim, palavra que a L. criou para designar o biberon de leite morno. Quando a R. nasceu e se revelou uma adepta de chucha eu inventei este substituto mas mantivemos o nome.