Avental-saco

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Por falar em aventais, tenho cá em casa este que era de uma tia-avó paterna minha que se transforma num saco para guardar a costura. Uma perfeição.
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Atelier novo

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Mudámos outra vez a disposição de várias divisões da casa e eu ganhei um atelier novo, maior e cheio de luz. Ainda está uma confusão mas é dele que continuam a sair alcofas grandes e pequenas. A de bonecas nº 41 está disponível aqui.

Caixas Métricas

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 O grande achado das férias foram três Caixas Métricas que descobri num passeio pela terra a Sul. Fiquei a conhecer o Sr. Francisco, marceneiro, porque lhe perguntei se podia fotografar o lindo chão da sua oficina. A resposta foi uma visita guiada a uma sala escondida — se quer ver o que é um chão mesmo bonito, menina — enorme e praticamente vazia, só com meia dúzia de pequenos móveis. Entre eles estavam estes, restaurados mas esquecidos, que pertenceram em tempos a uma escola primária da zona e que serviam para guardar todos os materiais de medição e sólidos geométricos (aqui uma Caixa Métrica ainda com o recheio).
A minha mãe foi lá buscar as três caixas, que ficam perfeitas na casa nova, e — a sortuda que eu sou — ofereceu-me uma que veio connosco para Lisboa. Ainda estou a decidir se também lhe forro o vidro da porta ou antes as prateleiras.
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Desafio Branco III

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Mais tecido branco aproveitado (I + II). Desta vez fiz um avental de costura porque estou farta de ter sempre linhas agarradas à roupa. Com bolso, porque tenho passado demasiado tempo em busca da tesoura.
Gosto de aventais curtos, como os de jardinagem, porque me deixam os movimentos menos presos e porque os compridos me fazem sentir um saco de batatas.
O trapilho revelou-se uma óptima opção porque é muito mais confortável na cintura do que fitas de tecido rígido e o facto de ser simplesmente atado às argolas (em vez de cosido) permite lavar o avental com lixívia, caso seja preciso.
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Quarto

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Mudei-lhes mais uma vez o quarto porque elas vão crescendo e o espaço assim o pedia. Tiveram as duas direito a mesas novas. A da L. foi um achado num armazém da Remar. Ela chama-lhe “mesa de detective”, influenciada pelas histórias que lê e pelas brincadeiras com a amiga que mora aqui ao lado. Tem uns pormenores deliciosos — uma gaveta com chave (baptizada de “gaveta dos segredos”) e uma tábua que se puxa para acrescentar o tampo.
Para a cadeira da R. fiz uma almofada com o tecido de um vestido da L. que tinha um feitio esquisito mas um padrão que eu adoro.
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A casa a Sul

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Uma das coisas que me sabem bem na casa nova da minha mãe é ver alguns dos objectos que fazem parte do meu catálogo pessoal de imagens da infância misturados com outros que vieram da Guiné Bissau e com mais alguns que esperaram uns anos pelo dia em que seriam usados neste novo sítio. O prato da pomba foi posto na cozinha e o cesto que já foi dos jornais está pendurado na sala. A corneta servirá para a minha mãe chamar os netos para a mesa e faz as delícias dos mais pequenos, claro.

Recomeço

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As férias já lá vão. As aulas recomeçaram e, com isso, tudo muda de um dia para o outro. Ter as duas na mesma escola torna-nos a todos a vida mais fácil e a pequenina está numa alegria danada por ter sido promovida para a escola da irmã. Fiz-lhes sacos de pano novos para os lanches. Gosto muito de Setembro.
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