Por aqui

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Uma montanha de trabalho, duas crianças de férias em casa, uma ganstroenterite curada, um temporal lá fora, a net sempre a falhar, uma montanha de trabalho, trabalho, trabalho.
Solução para prevenir a loucura: parar uma hora para fazer um pic-nic na sala.

Preparar o Inverno

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O cheiro da borracha dos sacos de água quente faz-me sempre lembrar a minha Avó Beatriz e a sua enorme casa na Covilhã. É uma recordação de infância muito boa que chega sempre com o frio.
Duas camisolas velhinhas passaram hoje a ser coberturas para os sacos de água quente. Acho que vou comprar mais quatro para termos cada um o seu cá em casa.

Shop update

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Sou uma sortuda e ganhei o sorteio que a Paula Valentim fez há uns dias. Recebi em casa seis lindas borboletas em porcelana a que a Paula chama etiquetas e que por isso imagino que devesse usar para pôr em embrulhos de prendas para oferecer. Mas não é nada disso que vai acontecer. São minhas e só minhas e ainda estou a pensar o que fazer com elas. Obrigada, Paula.
Há seis novas mantas com almofadas na loja.

Casa

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A mesa-de-cabeceira da L. (que dorme na parte de cima do beliche) era a caixa das graxas dos sapatos (que um dia eu encontrei na rua).
Uma sapateira de pano é o depósito de bonecos do quarto delas.
Marquei as toalhas de banho com botões para deixar de haver trocas e confusões.
Tudo feito com a prata  da casa, sem ir à rua comprar o que quer que seja.

No meu atelier

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No meu atelier passa o J. a caminho do seu que fica logo aqui ao lado. A L. deixa uma boneca a que fez um vestido com uma amiga que dormiu cá no sábado. Olho para o lado durante um bocadinho e passa a haver um desenho da R. pendurado numa parede (ela descobriu os encantos do Blu-Tack). E no meio deste movimento eu ponho alfinetes em mais dois pares de calças em vias de se tornarem calções. Um frenesim bom.

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O meu pai comemorou os 70 anos com uma camisola que diz Carpe diem. 
Quanto mais experimento o Magalhães da L. mais gosto do meu Mac.
Às vezes também levo a filha da amiga-vizinha aqui do lado para a escola. E adoro começar a manhã com um bando de miúdas tagarelas.
Só de pensar que há uma casa ao pé do mar à minha espera torna-se logo mais fácil pensar no Inverno que há-de vir.

Quase, quase quatro

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Não gosta de açúcar. Adora ir ao médico. Faz danças de alegria quando está contente. Faz birras em francês. Enfiou uma semente no nariz de manhã e só me contou à noite. Faz prendas-desenhos para toda a gente quase todos os dias. Obriga-me a ver cada bebé que passa na rua porque sabe que eu gosto de bebés. Conjuga o verbo querer como ninguém, principalmente na primeira pessoa do singular. Detesta ficar um dia inteiro em casa. Ontem percebeu que, quando crescer, poderá ter filhos e ficou de boca aberta com a possibilidade. Tem quase, quase quatro anos.