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“Clássicas, com filhos, sem filhos, com papéis ou unidas de facto, heterossexuais, homossexuais, monoparentais, recompostas, numerosas ou em versão mini: a família mudou e muito nos últimos anos em Portugal, mas não se pode dizer que esteja em crise. Ao contrário, o número de famílias aumentou 10,8% nos últimos dez anos, segundo resultados provisórios do Censos 2011, e aumentou também a sua importância no bem-estar de cada um.”
in Público, 31.12.2011, pág. 5
Uma coisa muito boa que ficámos a saber este ano. Venha o próximo.
Feliz ano novo.
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Mais prendas

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Para o meu Tio M. a prenda deste ano não é bem uma prenda, é mais uma devolução já que o carrinho de brincar que lhe vou dar era dele em pequenino. Eu sou há anos a sua fiel guardiã mas, agora que ele vai ser avô, chegou a hora de o devolver. Juntei umas fotografias dele e da minha mãe em pequenos e pus tudo dentro de uma caixa de bolos, outra das minhas formas preferidas de embrulhar prendas.
Para alguns dos mais crescidos da família, que talvez se lembrem de os usar na escola, as prendas são cadernos escolares e lápis Viarco de duas cores.
A almofada-mala foi a prenda de anos da minha sobrinha mais pequena e talvez venha a fazer mais umas até ao dia 24 porque há poucas coisas mais rápidas de fazer.
O embrulho em tecido é a prenda da minha mãe, que só vou poder mostrar aqui depois do Natal. O efeito-surpresa assim o obriga.

Embrulhar

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É uma das minhas tarefas preferidas no Natal. Este ano, como noutros, com o que há cá por casa em quantidade: as páginas da revista mais bem desenhada do mundo (para os rapazes) e os retalhos das minhas alcofas (para as raparigas).