w.i.p.

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O casaco da Rosa ainda não tem mangas mas apeteceu-me resolver primeiro a questão do decote. Debruei-o com uma tira de trapilho, o que se revelou um bom truque para quem não tem muito jeito para os decotes em tricot, como é o meu caso.
Mais dois ou três serões e teremos casaco.
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Transformar

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De vestido que já não serve a saia nova.
Ingredientes: Fita com rendinha + Elástico + Linha
Receita: Cortar o vestido. Aproveitar a baínha já existente e coser por dentro a nova fita. Fazer uma baínha na parte de cima da saia e enfiar-lhe o elástico com a ajuda de um alfinete de ama. Coser as duas pontas do elástico e fechar a baínha.
Nota: Os botões foram estrategicamente cosidos em cima de uma nódoa e de um buraquinho. O do meio foi só porque me apeteceu.

Carnaval

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É oficial: já não gosto do Carnaval.
Gosto dos preparativos — de imaginar como vou fazer uma pala de pirata, de fazer desenhos em guardanapos de papel, de transformar uma camisola num colete.
Depois vem o dia e há sempre qualquer coisa de frustrante no ar. As crianças criam imensas expectativas, acham que se vão divertir imenso e que vai ser uma festança pegada e depois… e depois fica toda a gente ali meia parva sem saber muito bem o que fazer com as máscaras e as serpentinas. Crianças incluídas.

Azeite

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1. Deitar azeite numa garrafa de vidro com rolha de cortiça.
2. Juntar orégãos, folhas de louro, grãos de pimenta e casca de limão.
3. Aguentar duas semanas sem lhe tocar, para que fique mesmo a saber a tudo o que se pôs lá dentro (esta é a parte difícil).

Da banalidade dos dias

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Perguntam-me muitas vezes se é bom trabalhar em casa e se isso torna mais fácil conciliar o trabalho com a maternidade e com tudo o que é assunto doméstico.
Há dias em que a minha resposta é sim. Noutros talvez possa dizer isto: se se conseguir achar normal dobrar um monte de roupa lavada e pousá-lo na cama de baixo do beliche que continua por fazer; se se conseguir não achar que se está a fazer batota ao tapar a cama de cima com uma manta que disfarça a confusão que para lá vai; se se conseguir fechar umas portas e vir tratar do mais importante que é o que há para fazer no sítio a que se chama atelier… então sim, talvez se consiga viver com a sensação de que trabalhar em casa não é uma enorme trapalhada.