Bom fim-de-semana!

No fim-de-semana passado fomos ver este filme, tão triste e tão bonito.
A Festa do Cinema Francês continua até ao próximo Domingo.
Fotografia 1: © Rosa
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Abacateiro

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Até eu, que sou um desastre a tratar de plantas, consegui fazer isto.
A Leonor aprendeu na escola e repetiu comigo. Depois de dois meses dentro de água o caroço de abacate criou raízes e mudámo-lo para um vaso com terra. Passados quatro meses temos uma das plantas mais bonitas que se pode ter em casa. Parece desenhada a pincel por um artista japonês. O segundo abacateiro já está a caminho.
A parte mais complicada foi arranjar vasos de barro. Depois de correr todas as drogarias da zona e só encontrar horrorosos vasos de plástico castanho, atravessei a cidade e descobri-os no Horto do Campo Grande, que só por isto merecia um prémio.

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Tão importante como ter irmãos é ter-se também algum tempo sem eles.
Em quinze minutos sem a irmã, a Rosa concentra-se em tudo o que tem à mão no jardim e desenha com pedras e paus. Explicação dela:
uma menina dentro de uma casa que tem uma chaminé a deitar imenso fumo. Cá fora há árvores e um rapaz.

♥ coisas estranhas

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1. Um pacote que vinha no cabaz de vegetais biológicos do Lugar nº 5. Não faço ideia de como se chama este vegetal. Não sei se é suposto comer tudo ou só os feijões que estão dentro das vagens. Não sei nada mas não faz mal. Parte do encanto de receber um cabaz feito pela minha irmã é ter surpresas destas e ficar a conhecer coisas novas.
2. O João trouxe-me isto porque já sabia que eu ia adorar. Chama-se Desperdício de Primeira e é usado para limpar materiais em ateliers de serigrafia. Não sei se é só de algodão. Parece palha macia. Hei-de inventar onde usá-lo.
3. Uma jarra que me ofereceram há anos. Não sei se é dos anos 50 ou 60. É estranhíssima. Percebo que se possa achá-la pavorosa. Eu adoro-a.

Ai, o Outono!

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É por isto que eu não gosto do Outono — um lindo dia de sol e eu com um ataque brutal de sinusite, com a garganta a doer, o nariz entupido e o cérebro a parecer que é feito de chumbo.
Experimento mezinhas caseiras, bebo chá, tomo xarope, engulo comprimidos para as dores de cabeça, invento que inalar vapores de eucalipto talvez me faça bem e chego à conclusão de que o meu novo cachecol de mohair é a única coisa gira desta estação.
A micro-alcofa 31 está disponível aqui.

Casa

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Uma almofada nova que fará companhia a esta, para tapar mais um banco encontrado na rua e que também ainda está por pintar (o trapilho que prendia a almofada deixou de ser usado porque estamos sempre a precisar de subir aos bancos para chegarmos aos armários altos e revelou-se pouco prático).
E outras duas para o sofá, feitas com uma lona que me faz pensar em praia e férias.
Fi-las propositadamente claras para que seja mais evidente que não são para ir parar ao chão, destino certo de todas as almofadas que passam pela vista da Rosa (para ela as almofadas são uma espécie de tijolos com que faz construções várias pela casa fora).