Embalagens *

1. Os clássicos macarons Ladurée, provavelmente a coisa mais elegante que já comi na vida. A minha amiga Teresa trouxe-mos de Paris e eu comi-os todos sozinha, num puro ataque de egoísmo.
2. Micro-papel-de-carta japonês. A Teresa esteve em Tóquio e trouxe-me esta maravilha.
3. Sabonetes-miniatura Lettuce e Tulip, os meus preferidos de entre todos os da Claus Porto, pelos aromas e pelas embalagens dos anos 30.
* ou Quem Tem Uma Amiga Assim É Uma Sortuda
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A Mariana

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A Mariana convidou-me para um projecto seu — ainda no segredo dos deuses — e esse foi o pretexto para, finalmente, nos conhecermos ao vivo.
As miúdas adoraram as horas que passámos juntas e eu, sortuda, fiquei com um monte de lindas fotografias de nós as três e da nossa casa. Obrigada, Mariana.
Fotografias: © Mariana Sabido

Facebook

Não gosto muito do Facebook. Talvez seja por ter um blog que já me ocupa o tempo e a cabeça de forma mais do que suficiente. Ou então por estar cansada do excesso de informação que me rodeia. Talvez seja pelas duas coisas.
Por outro lado, lembro-me de algumas coisas a que não aderi logo e que mais tarde se revelaram úteis, interessantes ou simplesmente divertidas. E por isso tenho dado ao Facebook o benefício da dúvida mantendo lá a minha página aberta (embora semi-morta) e dando umas voltas pelas páginas dos amigos.
E depois há dias em que passo por lá e vejo coisas que me encantam ou inspiram ou me fazem rir. Como as fotografias da minha sobrinha Maria ou os desenhos da Joana.
E num segundo fica claro que valeu a pena ir lá espreitar.
Fotografias: © Maria Nogueira / © Joana Villaverde

Verão III

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E para comemorar o Verão não há nada melhor do que ir a casa de amigos/família sortudos que têm este pátio, esta mesa e esta buganvília, levando pão feito em casa como nosso contributo para o almoço cheio de coisas boas. Desta vez fi-lo com azeitonas e com sementes torradas na frigideira e não conseguimos decidir de qual gostámos mais.
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Verão II

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O saco que comprei à Diane há dois meses tem sido usado todos os dias desde então (bem, talvez não nos dois ou três dias em que precisei de um saco maior) e cada vez gosto mais dele. O tecido, além de lindo de morrer, é de óptima qualidade e ultra-resistente e está feito com um cuidado que talvez o faça durar para sempre. Assim o espero porque estou viciada nele.

Adoro ver as flores encaixotadas acabadinhas de chegar ao Jardim aqui do bairro. E detesto vê-las espalhadas com um ar raquítico no meio de uma espécie de mato mal tratado que são os canteiros que por lá há. A trabalheira que deve dar tratar delas e o gasto de água que elas requerem parecem-me o mais parvo dos investimentos. Preferia mil vezes que as distribuíssem em vasos pelas janelas dos vizinhos aqui da zona e deixassem o jardim com plantas mais fortes que resistissem melhor às intempéries, aos pombos e aos gatos.

Outra das minhas actividades preferidas — embalar. Desta vez com uma caixa de bolo de aniversário que serve na perfeição para a primeira manta de retalhos de bebé que almofadei à máquina (mas que debruei totalmente à mão, claro). Está disponível aqui.