No Outono o bairro da escola da Rosa parece uma floresta encantada, tal é a quantidade de vegetação. No chão há um manto de folhas amarelas e junto aos troncos das árvores crescem cogumelos de todos os tamanhos.
Ninguém diria que se está no meio de Lisboa, mesmo ao lado de uma enorme avenida cheia de trânsito.
Às vezes sinto mesmo que a levo para uma casa mágica no meio de um bosque perdido. Um dia destes ainda nos aparece um duende ao virar de uma esquina.
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K.I.S.S.*

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1.  Um truque: cá em casa toda a gente gosta de laranjas mas ninguém toma a iniciativa de lhes pegar, senão quando as corto em gomos e as levo para a mesa prontas a comer.
2. Herdei, das mãos generosas da minha Tia Ana, uns metros de renda feita à mão por uma senhora com mais de 90 anos. Prometo usá-la muito bem.
3. Quase tão bom, e muito mais barato do que comprá-las aos vendedores de rua, é assar umas castanhas no forno e comê-las à noite enroscada no sofá.
4. Faço questão de comemorar as coisas boas.
* Keep It Simple Stupid

Preparar o Inverno

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O cheiro da borracha dos sacos de água quente faz-me sempre lembrar a minha Avó Beatriz e a sua enorme casa na Covilhã. É uma recordação de infância muito boa que chega sempre com o frio.
Duas camisolas velhinhas passaram hoje a ser coberturas para os sacos de água quente. Acho que vou comprar mais quatro para termos cada um o seu cá em casa.