Do Verão

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Ainda agora a chuva começou e eu já suspiro a olhar para as fotografias do Verão.
E em cada uma delas descubro sempre alguma coisa feita pelas minhas mãos: um pompom que a Rosa transformou em colar, uma camisa modificada, uns calções debruados.

Papel

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Se eu disser que uma resma de papel foi o grande brinquedo das duas semanas de férias de quatro crianças, juro que não estou a exagerar. O que fotografei é uma ínfima parte de toda a produção mas posso dizer que não houve aparelho electrónico que não fosse reproduzido em papel — iphones, ipads, ipods, laptops, nintendos, pens de net móvel, headphones de vários tipos — para além de bandeletes, pulseiras, anéis, medalhas e condecorações de pôr ao peito, chinelos de praia e bonecos vários.
E até eu fui contagiada e enfeitei a açoteia com bandeirolas de papel para receber uns amigos que vieram jantar.
Criei uma página Caderno Branco no Facebook. Ainda não sei exactamente de que forma a usarei mas, para já, servirá como uma espécie de anexo aqui do blog. Passem também por lá!

Na ilha

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No último dia de férias marimbámos nas horas boas para apanhar sol, besuntámos os filhos e os sobrinhos de protector solar, vestimos-lhes roupas compridas quando não estavam no mar e passámos o dia inteiro na ilha da nossa infância.
Agora percebo que há muitos anos que não tinha um dia de praia a sério.

Central Parque

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Temos um novo sítio preferido. Chama-se Central Parque e é um quiosque com esplanada que fica no meio do Parque Eduardo Sétimo, logo abaixo da Estufa Fria.
Para nós é ao lado de casa e, apesar de ficar no centro de Lisboa, é uma espécie de oásis no meio da cidade. Não se ouve um carro, tem patos, galos, pavões e gansos a passarinhar no jardim e — o melhor de tudo para a criançada cá de casa — um super parque infantil mesmo ao lado da esplanada.
O Miguel e a Didi, os anfitriões, recebem-nos sempre tão bem que o difícil tem sido não passar lá os dias inteiros.