Micro-presentes #4

Um molho de cartões carimbados que podem servir para deixar um recado, escrever um bilhetinho ou fazer um convite.
Os cartões são as sobras do papel usado nos Cadernos da minha mãe e vêm já cortados da gráfica. Tenho quilos deles e uso-os para tudo e mais alguma coisa.
Os carimbos estão todos à venda n’A Vida Portuguesa mas é possível ilustrá-los de muitas outras maneiras, até com uma flor ou uma rolha, como a Constança tão bem tem mostrado nos últimos dias.

Micro-presentes #3

Se há coisa que gosto sempre de receber é comida e, portanto, também gosto imenso de a oferecer.
Estes pequenos tubos de ensaio têm sal ribatejano das salinas de Rio Maior com diferentes misturas de ervas.
Não há quem não precise de tempero, na cozinha e na vida.
Custam 2,20 euros n’A Vida Portuguesa.
Micro-presente #1
Micro-presente #2

Micro-presentes #1

Por causa do orçamento muito apertado ando sempre à coca de micro-presentes.
São pequenos no preço e no tamanho (adoro fazer embrulhos minúsculos) mas adoráveis por alguma outra razão. Hei-de mostrar aqui vários dos meus preferidos.
1. Mini-sabonetes (25g) Tomelo.
São feitos em Trás-os-montes, com leite de burra. Cada um cheira melhor do que o outro. A dificuldade é mesmo escolher.
Custam 2 euros n’A Vida Portuguesa.

A árvore

Quando eu era pequena os meus pais faziam questão de fazer todos os anos a maior árvore de Natal possível. Lembro-me do meu pai a serrar o tronco de um pinheiro gigante que não cabia no pé-direito da nossa sala.
Tinhamos imenso orgulho no tamanho das nossas árvores e até nutríamos um certo desprezo pelos pinheiros raquíticos que víamos em lojas ou em casas alheias. Éramos uns snobes-da-árvore-de-Natal porque a melhor, e a maior, de todas era a nossa.
A minha actual árvore — que vive debaixo da nossa cama durante o resto do ano — é ecológica e, dentro do género, até é bonita, mas é de plástico e não cheira a pinheiro.

Quase

1. O nosso presépio meio maluco inclui pessoas com coelhos e galinhas à cabeça, a Branca de Neve e um dos seus anões e, claro, o bebé mais famoso do mundo.
2. As etiquetas estão prontas. Só faltam mesmo os presentes.
Estamos quase no Natal.

Natal em Janeiro

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1. Gosto tanto das bagas vermelhas à porta de casa que ando a fingir que não é já tempo de as guardar.
2. O abacateiro está tão crescido que teve de mudar de sítio, porque já batia nos armários da cozinha. A ilustração foi o lindo presente de Natal da Maria e aguarda na parede que o emoldure.
3. O pinheiro de madeira que a Rosa fez na escola também ficará mais uns dias na sala.
4. Apesar de prolongarmos o Natal mais um bocadinho, o calendário da APCC com desenhos do João Fazenda já nos diz que é Janeiro.

Natal

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Cá em casa o Natal começa hoje, com o jantar em que juntamos os nossos cinco filhos.
1. Adoro o Calendário do Advento que a Rosa trouxe da escola. Todos os dias descobrimos quem é o novo colega que faz uma careta. Cheira-me que no dia 24 será o professor.
2. Uma das prendas que lhes comprei é um livro gigante, com ilustrações que são pinturas fabulosas. E, sim, às vezes calço meias diferentes porque estou cheia de pressa.
3. Não resisti a comprar para o João uma Mãe Natal dos chocolates Regina, uma reedição acabadinha de aparecer.

Dos dias

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1. Por estranho que possa parecer, já ando a trabalhar para o Natal.
2. No meio de tanta crise, a verdade é que continuam a acontecer coisas giras em Lisboa.
Esta é uma delas.
3. A rotina dos dias passa por ir muitas vezes aos correios enviar encomendas. Eu não gosto nada. Elas dão a volta à chatice dos tempos de espera transformando os CTT numa biblioteca. Acho uma óptima solução. Digo-lhes para terem muito cuidado mas estou sempre à espera de que um dia destes alguém me diga que os livros são só para comprar. Espero que não.

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Passados dois anos, voltei a receber pegas no Natal e fiquei toda contente por saber que a sua criadora, agora com 103 anos (!), continua a fazê-las umas atrás das outras.
A minha irmã apareceu com uma pilha de pegas de todas as cores e distribuiu-as generosamente pela família. As da minha mãe saltaram logo para a mesa de Natal. As minhas juntaram-se às que já tinha e ganharam lugar cativo na mesa cá de casa.

Mais prendas

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Para o meu Tio M. a prenda deste ano não é bem uma prenda, é mais uma devolução já que o carrinho de brincar que lhe vou dar era dele em pequenino. Eu sou há anos a sua fiel guardiã mas, agora que ele vai ser avô, chegou a hora de o devolver. Juntei umas fotografias dele e da minha mãe em pequenos e pus tudo dentro de uma caixa de bolos, outra das minhas formas preferidas de embrulhar prendas.
Para alguns dos mais crescidos da família, que talvez se lembrem de os usar na escola, as prendas são cadernos escolares e lápis Viarco de duas cores.
A almofada-mala foi a prenda de anos da minha sobrinha mais pequena e talvez venha a fazer mais umas até ao dia 24 porque há poucas coisas mais rápidas de fazer.
O embrulho em tecido é a prenda da minha mãe, que só vou poder mostrar aqui depois do Natal. O efeito-surpresa assim o obriga.

Embrulhar

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É uma das minhas tarefas preferidas no Natal. Este ano, como noutros, com o que há cá por casa em quantidade: as páginas da revista mais bem desenhada do mundo (para os rapazes) e os retalhos das minhas alcofas (para as raparigas).

 

Prendas

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A Mimi, a boneca de dormir da R., ganhou um namorado e uma filha. Toscos como ela porque eu não sou uma especialista em bonecos. A primeira prenda da lista de prendas-de-natal-feitas-por-mim está pronta e embrulhada. Seguem-se os cachecóis.

Penha Longa

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O melhor dos últimos dias foi poder admirar o palácio em que esteve instalado o Mercado de Natal da Penha Longa. Uma beleza.
Sempre que fotografo um chão de mosaico hidráulico lembro-me do fabuloso catálogo de imagens que a Rosa tem construído. E arrepio-me com o que ela lá escreveu: muitos daqueles pavimentos já não existem. Restam, felizmente, as imagens.