Dodôs novos

Tenho tido tantas reacções boas aos meus dodôs que resolvi fazer mais, embalada pelo entusiasmo e pelo prazer de os ver rumar para junto de outros bebés. E para que não se torne confuso, até para mim, numerei-os. Os números 1, 2 e 3 são da R., o 4, o 5, o 6 e o 7 já partiram para novos destinos. Os restantes são de quem os apanhar, como diz a canção. Muito obrigada por todas as palavras simpáticas.

O verso dos 9, 10 e 11 está aqui. E o dos 12 e 13, aqui.

E falta explicar de onde vem o nome dodô: a L. teve uma colega de creche francesa que andava sempre com uma fralda de pano a que chamava doudou (pronuncia-se dudu). Nesta fase a L. também já tinha aderido ao aconchego da fralda branca e de um gato de pano que usava apenas na hora da sesta. Não sei qual das duas aportuguesou o termo mas desde essa altura a palavra tornou-se património familiar cá em casa juntamente com tintim, palavra que a L. criou para designar o biberon de leite morno. Quando a R. nasceu e se revelou uma adepta de chucha eu inventei este substituto mas mantivemos o nome.

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Encomenda – parte I

Há uns dias uma amiga fez-me uma encomenda para o seu bebé. Pediu-me, entre outras coisas, dois dodôs como os que fiz para a R. Eu, que só precisava de um bom pretexto como este, resolvi fazer cinco para lhe dar opção de escolha. Os que sobrarem ficarão à espera de novos bebés. Podes escolher, Filipa!

Dodô

Estou cada vez mais contente com os dodôs que fiz para a chucha da R. Têm cumprido a sua função e ficam-lhe muito melhor do que a clássica fralda de pano amarrotada presa à chucha. A tentação de lhe fazer um para cada dia do mês é enorme. Mas eu conseguirei resistir!