Molduras novas. Porque pôr na parede é uma boa maneira de guardar coisas bonitas:
um desenho da Maria, umas borboletas que uma amiga bióloga me deu, uma fotografia, uma folha que a Leonor apanhou no jardim ou um recorte de uma revista.
Hoje não resisti a estas rosas que vinham na Marie Claire Idées e fui pô-las na mesa de cabeceira da Rosa cá de casa. É uma surpresa para quando ela vier de casa do pai.
Gosto de fazer as prendas para elas oferecerem nas festas de anos para que são convidadas. É mais uma oportunidade de testar as trezentas ideias por minuto que me passam pela cabeça e também uma boa maneira (espero eu) de ensinar às crianças que nem tudo tem de ser comprado.
A quantidade de sacos com restos de tecidos que há nesta casa está a tomar proporções um bocadinho desastrosas e portanto a minha nova missão é transformar os quilos de retalhos que para ali estão, parados e inúteis, em objectos que nos sirvam para alguma coisa (já aqui disse que sou um bocadinho alérgica a objectos meramente decorativos, não já?).
Esta pega abriu a temporada do meu novo filme “Missão Retalhos”. Aguardem pelas sequelas!
e eu, palerma, achei que era para ficar e que a partir de agora ia ser sempre assim: janelas escancaradas em casa, luz amarela e quentinha logo de manhã, pic-nics no jardim (fizemos um mas queremos mais!), borboletas e flores por todo o lado.
Foi muito bom enquanto durou.
Agora é respirar fundo e aguentar mais um bocadinho. A Primavera há-de voltar.